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Exportações crescem 15,4% e balança tem saldo de US$ 2,1 bilhões na quarta semana de agosto
Aug/17 28

Exportações crescem 15,4% e balança tem saldo de US$ 2,1 bilhões na quarta semana de agosto

Fonte | COMEX DO BRASIL

Graças  aos aumentos nas exportações de produtos básicos (24,5%), semimanufaturados (8,3%) e manufaturados (9,5%), a balança comercial registrou um saldo de US$ 2,1 bilhões na quarta semana de agosto. O saldo resultou de exportações de US$ 5,1 bilhões e importações de US$ 2,9 bilhões.

No ano, as vendas externas chegam a US$ 142,6 bilhões e as compras a US$ 95,4 bilhões. De janeiro até a quarta semana de agosto a balança comercial acumula um superávit de US$ 47,2 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da quarta semana do mês (US$ 852,1 milhões) com a de agosto do ano passado (US$ 738,5 milhões), houve crescimento de 15,4%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (24,5%, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos e petróleo em bruto), de produtos manufaturados (9,5%, em razão de automóveis de passageiros, laminados planos de ferro e aço e óleos combustíveis) e de produtos semimanufaturados (8,3% em razão de celulose, semimanufaturados de ferro e aço e açúcar em bruto).

Na comparação com julho de 2017, houve queda de 4,7%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-10,3%) e básicos (-1,8%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (2,4%).

Nas importações, a média diária até a quarta semana de agosto (US$ 604,9 milhões), ficou 8,3% acima da média de agosto do ano passado (US$ 558,6 milhões). Nesta comparação, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (44,7%), siderúrgicos (36%), adubos e fertilizantes (25,5%), borracha e obras (21,5%), veículos automóveis e partes (17,8%) e equipamentos eletroeletrônicos (17%). Em relação ao mês de julho de 2017, houve aumento de 1,9%, devido ao crescimento nas vendas de bebidas e álcool (39,5%), farmacêuticos (21,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (12,3%) instrumentos de ótica e precisão (9,6%), e veículos automóveis e partes (6,1%).

(*) Com informações do MDIC

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